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sexta-feira, 4 de abril de 2014

NETANIAHU EXIGE QUE OS PALESTINOS (ABBAS) RECONHEÇAM ISRAEL COMO O ESTADO JUDEU. MAS, O QUE É MESMO O ESTADO JUDEU?


NATANIAHU EXIGE QUE OS PALESTINOS (ABBAS) RECONHEÇAM ISRAEL COMO O ESTADO JUDEU. MAS, O QUE É MESMO O ESTADO JUDEU?


Não pretendo entrar na armadilha de definir o que é ser judeu e menos ainda responder o que é, exatamente, um estado judeu. Se seguir a realidade dos fatos, Israel é o estado dos judeus porque assim o reconheceu a maioria das nações. 

E porque representando a soberania nacional dos judeus é o Estado dos Judeus. Prefiro Estado dos... que Estado judeu porque esta definição lembra estados nos quais a religião é parte constitutiva do país e isto é discriminatório em relação à suas minorias cristãs e muçulmanas.  

Será o Israel de Nataniahu e Liberman que aliena seus cidadãos árabes, ou o  de Ytzhak Rabin que pensava um estado que desse igualdade real aos seus cidadãos, sem distinção de religião. 

Esta é uma dicussão sem fim em Israel.  A esquerda israelense se queixa que a minoria árabe é discriminada. 

A direita, nega. E diz que em país árabe algum, os árabes vivem tão bem como em Israel. Fogem da pergunta real.
Antes de dar a resposta examinemos alguns problemas que perturbam uma discussão aberta e franca.

Em primeiro lugar está a questão: Será que após os acontecimentos históricos que resultaram nas fronteiras atuais de Israel, seus cidadãos árabes podem estar satisfeitos e dispostos a se trornar patriotas?

A resposta óbvia é: não. 

Portanto, a única solução é a divisão em 2 estados. Cada um para o seu canto. Os judeus satisfeitos de terem finalmente obtido seu Estado, em paz com os palestinos. Mas, será que os palestinos, muçulmanos, aceitarão algum dia um estado que,segundo sua narrativa, foi criado atravès de sua expulsão direta ou indireta? 

Não posso julgar Nataniahu, ou qualquer governo de Israel desde 1948, por travar uma guerra sem tréguas com os palestinos e o mundo árabe já que estes, com exceção de Jordânia e Egito, teimam em não reconhecer realmente Israel. 

Hoje, quando escrevo, chega a notícia da morte de 3 palestinos por tropas israelenses. 

Vejam como estas coisas acontecem: O Shabak, o Mossad interno, encarregado de dar combate ao terrorismo em Israel e nos territórios ocupados, recebe informação que um palestino procurado por   terrorismo está refugiado numa casa no campo de refugiados ao lado da cidade de Jenin.

O exército vai à casa do procurado a fim de prendê-lo.  São recebidos a bala. Reagem e matam três. O terrorista procurado e mais 2 que estavam na casa. 2 perguntas:

- Se seu companheiro de luta contra a ocupação entra em tiroteio com israelenses, os outros presentes também passam a atirar nos soldados. 

Os israelenses muito mais treinados e com a vantagem da surpresa, ragem e matam o próprio e mais dois. Mais 7 que entram na refrega ficam feridos. E agora?

- A verdade é que após 65 anos de fundação e reconhecimento internacional, Israel ainda não é aceito por todos os vizinhos. 

Muito menos pelos palestinos, pelo menos não completamente. Como contruiu colônias e cidades nestes territórios, é obrigado a manter postos de controle espalhados por toda a Cijordânia a fim de impedir ataques a moradores da região.

- A esquerda mundial à procura de uma causa após a derrocada da URSS, adotou a chamada “causa palestina”. Sua máquina de propaganda entrou em ação. “Israel mata  civis incentes nos territórios ocupados” são manchetes todaa as vezes que um palestino morre en troca de fogo com Tzahal. 

A pergunta é: Poderia Israel agir de outra forma? Só se cedesse todos os territórios, o que por enquanto é muito pouco provável. 

Um interesante debate ocorreu esta semana na TV 11 (governamental-independente). Os 2 ex-generais presentes ao programa disseram coisas semelhantes. 

Não há mais o perigo de Israel ser invadido por exércitos de diversos países árabes como era o receio até pouco tempo. Hoje, os vizinhos está enfraquecidos e divididos. 

Por isto, os esforços se concentram nos territórios ocupados e Gaza. Diariamente, Tzahal entra em cidades ocupadas a fin de procurar e prender posíveis terroristas ali escondidos agurdando a oportunidade de agir. 

Que foi exatamente o caso acima mencionado. O problema agora se concentra na procura, prisão e morte se resistirem de teroristas do El Qaida e Jihad Árabe que já estão combatendo na Síria.

ISRAEL PRATICA O APARTHEID ?

O mundo árabe, talvez devido ao conflito sem fim na Palestina, procuram denunciar Israel como um país que pratica o aparheid. 

No que são apoiados pelos inimigos usuais, os anti semitas e outros tipos estranhos. 

Apesar de discordar de muitas medidas do governo israelense contra a minoria árabe, (vejam acima) considero esta comparação absurda. 

A culpa principal é da imensa ignorância que assola o mundo que aceita o que lê ou vê pelas lentes distorcidas de fotos e filmes de TV. 

Um filme feito na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) que recebi de um amigo brasileiro mostra a profunda ignorância dos jovens americanos a respeito de tudo que não esteja a um palmo de seu nariz. 

O apartheid da África do Sul, onde a palavra apartheid foi inventada, é/era tão diferente do tratamento dado aos árabe em Israel como o dia da noite. 

Se me basear na neutra Wikipedia, “apartheid’  (palavra extraida do dialeto meio holandês, meio germânico dos brancos  sul africanos) é usada atualmente para definir a segregação, (separação) estabelecida pelo estado contra os direitos civis e sociais de uma minoria, baseda em sua origem étnica. 

Os palestinos árabes são realmente diferenciados. Os árabes israelenses, são tão livres quanto os israelenses judeus. Vejo árabes em Shopping Centers, na Universidade de Tel Aviv aqui ao lado de minha casa, nos cinemas, enfim em todos os lugares. 

Reconheço as mulheres devido ao xale que cobre sua cabeça suas saias compridas. Quanto aos homens, não vejo diferença alguma, já que são extamente iguais aos judeus procedentes dos países árabes. Portanto dentro de Israel, a diferença ou descriminação é zero.

Já nos territórios ocupados a conversa é um pouco diferente. Se há desconfiança, postos de controle e, às vezes, revistas rigorosas, a culpa cabe à guerra que os palestinos decidiram iniciar e manter contra a existência do estado judeu. 

E que dura até hoje. 

Após dezenas de atentados suicidas ou não suicidas, onde mais de 2.000 civis israelenses foram mortos estes ganharam o direito e a obrigação de desconfiar dos palestinos dos territórios. 

Prisões de suspeitos de terrorismo são efetuadas no meio da noite para tentar evitar a fuga e diminuir a resistência à prisão. Quando reagem a tiros, o que acontece frequentemente, são mortos no tiroteio. 

Soldados israelenses também são mortos ou feridos nestes incidentes. Se o suspeito abre fogo afim de resistir à prisão, estará pondo em risco seus familiares presentes na casa.

No dia em que os palestinos aceitarem, com real sinceridade, a existência e permanência de Israel, palestinos não mais morrerão em mãos de soldados israelenses. 

Quanto a esta baboseira de apartheid, isto foi idéia do cardeal Desmond Tutu, da África do Sul, num discurso na famigerada Conferência de Durban em 2008, presidida pelo sr. Najat Al-Hajjaji da Líbia de antes da queda de Kaddafi. 

Os 18 vice presidentes da conferência foram do Camarões (muçulmano), África do Sul (Tuto), Senegal (muçulmano), India, Indonésia, Pakistão e Irã (os 3 muçulmanos), Argentina, Brasil de Lula, Chile, Armênia, Croácia, Rússia, Bélgica, Grécia, Noruega e Turquia (muçulmano). 
O relator foi da democrática Cuba.

É assim que você ganha um adjetivo. Seja merecido, ou não.

Palestinos na fila para entrar em Israel vindos de Gaza.



ACORDO? KKKKKK

O Secretário de Estado, John Kerry que é um cara obstinado. Continua malhando por um acordo entre israelenses e palestinos. 

Sua obstinação o leva a crer que conseguirá o que outros não conseguiram em decênios de negociações. Como é que se diz em inglês “malhando em ferro frio”? Pois é isto que ele está fazendo.

Por que? Em primeiro lugar, Israel não cede por que se sente incomparavelmente mais forte que os adversários. 

Os palestinos também não cedem por que sentem que o mundo está a seu lado e cedo ou tarde, Israel será obrigado a ceder. E muito mais do que pensa hoje.

Após muita  trabalho, à distância, do Secretário de Estado, o acordo não saiu. E assim não se sabe se as tratativas continurã ou se pára tudo. 

Acredito que as conversações deverão continuar apesar de Israel não ter cumprido sua parte e Abbas correu a filiar a AP a diversos ógãos da ONU, algo que Israel se opõe. Acusam-se mutuiamente, como de costume, de falta de boa fé. 

Bibi, que havia prometido libertar mais 28 prisioneiros árabe-israelenses, deu prá trás. Estou “começando a desconfiar que, mais uma vez, vai dar em nada, disse Aron Bidú ex-assessor de Shimon Adivinhahu.” 

Desconfiado??? Como é que se ri no Facebook KKKKK. 
Kerry deixou seu telefone. Se quiserem continuar, liguem.

PIOR PARA OS IRANIANOS...

‪Bar Rafaeli, modelo israelense.



‪A mesma Bar, se vivesse em Teerã.



                                    

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

IVET (AVIGDOR) LIBERMAN MUDA - PRA MELHOR


IVET (AVIGDOR) LIBERMAN MUDA - PRA MELHOR

“Quem te viu e quem te vê, diria Dona Aidê”. Pois é, o ministro do Exterior Avigdor Liberman salvou Israel da vegonhosa atitude hostil ao Secretário de Estado, John Kerry. Librman é ou era conhecido como um político favorável à anexação dos territórios ocupados a Israel, ou seja, linha dura e expansionista.

Estes dias, de forma surpreendente, saiu em defesa do Secretáro de Estado, John Kerry, acusado de ser pro-árabe, messiânico e procurar ganhar um Nobel da Paz às custas de Israel. Lieberman lembrou que, como Senador, Kerry sempre votou a favor da ajuda a Israel e apoiou verbas para combater a ameaça terrorista muçulmana nos EUA. Encerrou sua declaração afrimando “Kerry é um amigo de verdade de Israel”. E arrematou “a união da nação é mais importante que territórios”

Isto é importante por que intensifica-se a luta interna no Gabinete quanto às conversações com os palestinos. Kerry propõe, a grosso modo, que Israel mantenha as colônias que seriam agrupadas em grandes blocos afima de ocupar menos terras na Cijordânia. Isso obrigaria alguns assentamentos a se deslocar. 

O lobby dos colonos foi em cima de Kerry fazendo as acusações acima. E foi, pasmen, Liberman que defendeu as propostas dos Secretário de Estado (Kerry). No fundo, tudo não passa de luta pelo voto dos ashkenzim das cidades grandes dispostos a ceder mais afim de tentar chegar a uma solução do problema palestino.



CRISE NO HOSPITAL HADASSA

O maior hospital de Israel, o Hadassa de Jerusalém, pediu concordata em meio a uma greve de médicos e enfermeiras. O que foi revelado a respeito da administração financeira da casa de saúda deixou muita gente assombrada. Um desleixo total. Se não, coisa pior ainda. De um deficit de 10 milhões de shekel foi subindo de declaração em declaração, chegando a mais e um bilhão. 

Sem poder pagar e sem crédito, o jeito, a fim de evitar um pedido de falência, que deixaria dezenas de milhares de doentes, internados ou ambulatórios, abandonados à própria sorte, sem recursoso para se tratar em outro hospital, o hospital pediu concordata. Porto-voz da ogranização Hadassah americana, fundadora do Hospital que leva seu nome, e seria, teoricamente encarregada da saúde econômico-financeira da instituição, declarou que não fazia parte direta da administração financeira e nada poderia informar. 

Uma campanha já está em curso afim de salvar a instituição. Mas vai ser necessária muita grana para salvar o Hadassa. Só a intervenção do governo poderá salvar o hospital. Aguardem que vem ai muita denúncia de gastos denecessários, salários altíssimo para uns poucos apaniguados e muito baixo para a maioria de médicos, enfermeiras e simples funcionários.



VIRGEM MARIA QUE CHORA? AQUI TAMBÉM TEM

Na cidade árabe-israelense de Tarshicha, na alta Galiléia, perto da fronteira do Líbano, cuja população é, em grande parte cristã, uma imagem (vejam foto) está derramando lágrimas. 

Como santos que “choram” têm fama de fazer milagres, multidões estão chegando a esta pequena cidade, ao lado de Kfar Vradim (Aldeia das Rosas) onde vive meu filho e família. A santa não está numa igreja, mas na casa de uma família cristã da cidade.  

Vou dar um pulo por lá e conferir se é truque dos donos da casa, do padre, ou do Ministério do Turismo de Israel e verificar se a Virgem Miriam está mesmo chorando. Se for choro comprovado vou morar em Bnei Brak, cidade ultra ortodoxa judaica ao lado de Tel Aviv. Se uma estátua chora, tudo é possível. 

Até acreditar que o mundo tem apenas 5.700 anos como afirma a Bíblia. Na volta conto prá vocês.




TURCO DESMENTE SEU MINISTRO DO EXTERIOR

Quando demos aqui, na semana passada, que a Turqia e Israel, segundo o Ministro do Exterior turco, estavam próximos de uma acordo de reconciliação, após o incidente com o barco turco Mavi Mara, quando nove turcos morreram, foi desmentida pelo 1º ministro Recip Erdogan. Exige agora que Israel dê um tiro na perna, supendendo o bloqueio a Gaza. Uma nova condição. 

Não sei, mas tenho a impressão que Erdogan está frustrado porque a União Européia não aceitou o seu país, que tem apenas um pedacinho na Europa. O resto é Ásia. Ele agora exige que Israel acabe com o cerco marítimo a Gaza feito pelo Estado judeu afim de impedir a entrada de armas. 

Ele, Erdogan, talvez sofre daquela alucinação que ataca dirigentes de ex-Impérios, no caso, o Otomano, extinto no pós- 1ª Guerra Mundial. Bibi reagiu e suspendeu as negociações. Agora as famílias das vítimas é que vão pressionar o governo turco e exigir a indenização prometida.

Observando suas atitudes anti-Israel estou começando a acreditar que Erdogan não passa de um semi-ditador fascista (existem dezenas de jornalistas, que criticaram seu governo, presos na Turquia) Meu palpite é que ele, em seus devaneios, imagina que judeus dominam o mundo e porisso sabotam a aceitação da Turquia na UE. 

A verdade ainda aparecerá para explicar este ódio a Israel. 

O cara, definitivamente, está sofrendo de alucinções Vejam esta notícia dada pelo Guardian de Londres, esta semana: “em Istambul a polícia atacou com gaz e cassetetes pessoas que protetavam contra a censura imposta na Internet”.

Vão ao Youtube e procurem “protest in Istambul”: “Turkish police crack down on internet freedom protest: Tear gas and water cannon used as Erdogan government’s internet restrictions spark violent street scenes and global outcry”.

NATALIE PORTMAN SOFRE NO MEA SHEARIM

A atriz israelense, que vive desde criança nos EUA, Natalie Portman, (j[a ganhou um Oscar) decidiu dirigir seu primeiro filme com location no Mea Shearim, Jerusalém. Está filmando uma hitória de Amos Oz: A Tale of Love and Darkness

Os ortodoxos, que são maioria esmagadora no bairro, estão protestanto. A razão: muito goy (iluminadores, eletricistas e tècnicos trazidos de Hollywood) podem macular seu território e se tornar uma ameaça/tentação (Hagói? Got zol hupiten) às imaculadas e puras virgens das boas famílias do bairro. 

Portman está aqui há mais de um mês e trouxe o marido, Benjamin Millepied, que decidiu se converter à tribo, para a alegria da mídia escandalosa.



ALGUNS TÓPICOS PESO-PENA

NEYMAR E MESSI NA PARADA DE PURIM
Os israelenses estão sofisticando o feriado de Purim. Vai haver defile da carros alegóricos. Com a Copa chegando, Neymar e Messi, são homenageados no carro alegórico de futebol. E o que é que Putin tem a ver com o assunto? Ele não é parte do carro. Está sendo carregado para outro. Reparem a mão na perna. (foto abaixo)




POLÍTICO BRASILEIRO ABRE 3 PIZZARIAS



Deu na Folha: Pizzolato abriu 3 contas bancárias na Espanha antes de fugir do país...
Desculpem. É que li, erradamente, a notícia acima. São 3 contas bancárias e não 3 pizzarias do Pizzolato. Desculpem o engano. Mas, com este nome...

FUGA DE RELIGIOSOS DO SERVIÇO MILITAR DÁ NISSO (ABAIXO)